Vida
Social Conformity: The Bystander Effect
Sem palavras. É algo que sempre me fez confusão e que nunca fui capaz de compreender.
Morre lentamente...
«Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Esta terra não é para velhos nem para cães
Vi hoje no Facebook uma pequena entrada de uma pessoa que não conheço mas que conseguiu resumir em tão poucas palavras o repúdio que sinto pelo tipo de sociedade que estamos a criar, especificamente o 2º parágrafo, que nas poucas palavras por que é composto, contém o que para mim são os símbolos claros de uma sociedade em decadência.
O nível de stress de uma cidade...
... é directamente proporcional ao quanto os seus condutores aceleram para chegar a um semáforo vermelho apenas uns metros à frente.
É também directamente proporcional ao quanto eu as detesto.
Motivação no trabalho
É por ver coisas como estas que cada vez tenho mais a certeza de que não fui feito para trabalhar e viver dentro do sistema dito "normal".
Há anos que digo coisas como estas mas apenas duas ou três pessoas compreenderam e concordaram. Devo ter nascido cedo demais, com uma mentalidade de algumas épocas no futuro, e agora tenho que me aguentar.
Muito presunçoso? É, hoje estou assim.
Drive: The surprising truth about what motivates us
e
Results Only Work Environment
Birthright
Adoro quando alguém me dá grandes estaladas destas para acordar para a vida.
Hábitos alimentares
Hoje estou numa de alimentação.
É fantástico como algo que tomamos por garantido e sem grande importância, afinal tem um peso enorme tanto a nível pessoal, na nossa saúde, como a nível global, no meio ambiente.
Depois do leite, aqui ficam mais duas coisas que dão que pensar.
Há o risco de ficarmos sem comida no futuro? Se formos todos mais vegetarianos, não
Odeio festas universitárias!
Meia-noite. Estou pela segunda noite consequtiva a ouvir Xutos da festa da Egas Moniz, que em linha recta fica talvez a 1.5km da minha casa, como se fosse o meu vizinho do lado a ouvir música no quintal.
John Cleese Versus Cancersticks: The Final Reckoning
Simplesmente genial. Desmanchei-me a rir.
Tradução (porque a mensagem merece chegar a tantas pessoas quanto possível):