"Auto-estrada" IC32

Há quem diga que sou demasiado conservador. Eu penso que essas pessoas não podiam estar mais longe da verdade. Eu sou completamente a favor do progresso, da evolução - o problema é que sou contra um progresso destrutivo, que por vir das mãos de políticos e empresários que só vêem lucro à fremte, é quase sempre tão dissimulado que a maior parte das pessoas não o vê. Quem o vê e diz que é contra, é considerado demasiado conservador ou até retrógrado. »

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Mais Nespresso, Nescafé, e desperdício no mundo das cápsulas

O (a?) Kgft deixou um comentário no meu primeiro post sobre o desperdício das cápsulas de café, onde indicou um artigo do DN precisamente sobre este problema. Gostei de ver referido algo de que eu também já falei aqui: o facto de a reciclagem não ser a salvação do planeta, ou seja, de não podemos usá-la para desculpar o nosso comodismo e consumismo, e continuar a produzir e desperdiçar desmesuradamente. »

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Hábitos alimentares

Hoje estou numa de alimentação. É fantástico como algo que tomamos por garantido e sem grande importância, afinal tem um peso enorme tanto a nível pessoal, na nossa saúde, como a nível global, no meio ambiente. Depois do leite, aqui ficam mais duas coisas que dão que pensar. Há o risco de ficarmos sem comida no futuro? Se formos todos mais vegetarianos, não Relação entre a nutrição e crise ambiental é um dos painéis do congresso da Associação dos Nutricionistas que começa hoje em Lisboa. »

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John Francis walks the Earth

Obrigado ao Gil Sousa por partilhar isto no seu blog. A Wikipedia tem um artigo sobre o senhor John Francis. »

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A reciclagem não é a salvação do planeta

Quando falo com alguém acerca de lixo e desperdício na nossa sociedade de consumismo, a reciclagem surge quase sempre logo como resposta. Isto começa a preocupar-me, porque a reciclagem não é a solução para todos os problemas do lixo excessivo que fazemos. Elaborando: O que essas pessoas pensam ao responder dessa forma é que não faz mal produzirmos cada vez mais lixo, porque este pode ser reciclado. Ou seja, pensam que não faz mal ter uma folhinha de plástico a separar cada fatia de queijo que compram no supermercado, pensam que não faz mal todos os dias deitar fora, por pessoa, duas, três ou quatro cápsulas de Nespresso, pensam que não faz mal ir comer todos os dias ao centro comercial e deitar fora a “toalha” de papel do tabuleiro, mais o copo da coca-cola, mais a tampa do copo da coca-cola, mais a palhinha, mais o embrulho de plástico onde vinha a palhinha, mais o pacotinho das batatas fritas, mais o pacotinho do hamburguer, mais o copinho de plástico do cafézinho… »

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Recycling is not our planet's salvation

Whenever I speak with someone about trash and waste on our society of mass consumption, recycling usually comes up as the answer to the problem. This is starting to worry me, because recycling is not the magical solution for all the problems caused by our excessive waste and trash. Let me elaborate: What those people think when they answer like that, is that it’s OK to produce more and more trash, because it can be recycled. »

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A história das coisas - o regresso

No ano passado mencionei aqui um vídeo que tinha descoberto, o “The Story of Stuff” e sugeri que toda a gente o visse. Hoje fui visitar o site para o recomendar novamente a outra pessoa e descobri que têm um vídeo novo e outros dois para breve, portanto reitero a sugestão de dedicarem 20 minutos do vosso tempo a verem isto com muita atenção. 20 minutos pode parecer muito mas garanto-vos que são 20 minutos muito melhor aproveitados do que estar na tagarelice no café, ou a jogar computador, ou a ver as meninas do Hi5, ou a actualizar o Facebook, ou… enfim, são 20 minutos muito melhor aproveitados do que a fazer qualquer uma das infinitas coisas estupidificantes que passamos o nosso tempo livre a fazer. »

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Árvores de Natal - com uma prenda no fim

Quando era criança, uma das coisas que mais alegria me dava era ir apanhar a árvore de natal e musgo para o presépio com a minha família. Era uma manhã ou tarde fabulosa que eu tinha todos os anos, a caminhar pela floresta com toda aquela multitude de cheiros e cores que só tornavam toda a experiência ainda mais mágica. Não somos religiosos mas este “ritual”, tal como todo o natal, é uma tradição que já vem de há muito tempo na minha família e, pelo menos para mim, era simplesmente uma boa desculpa para passar tempo com a família num ambiente diferente. »

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